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  • Fernando Schultz

O engano por trás do “eu não forço meu filho a fazer o que ele não quer”

Antes de mais nada, é importante conceituar corretamente a palavra. Aqui neste texto, não estamos falando de “forçar” através do uso da força física. Abordamos o “obrigar” por meio da autoridade natural que pais e mães têm sobre a criança – a mesma que é utilizada em qualquer momento da educação e criação de filhos!

hoje em dia é muito comum ouvir pais e mães dizendo que “não forçam seus filhos a fazerem o que eles não querem”. Num primeiro momento e sob um olhar rápido e genérico, isso é ótimo. Isso demonstra respeito pela criança como ser humano com vontade própria e demonstra uma educação baseada na autoridade e não no autoritarismo.

Muitas vezes a gente quer que tudo se adapte às necessidades e preferência das crianças, mas isto não está certo! Elas precisam aprender – dentro de suas limitações, é claro.

A educação de filhos envolve “forçar” muitas vezes

Estamos falando sobre termo autoridade na forma de educar. Infelizmente, forçar (nesse conceito) as crianças é algo completamento cotidiano na educação de filhos.

Ensinar a comer bem, escovar os dentes, jogar fora o lixo, arrumar a bagunça… A vida é cheia de coisas que as crianças não querem fazer, mas precisam ser ensinadas e não podemos abrir mão ou negociar. Se estivermos nessa crise de “não forçar” o resultado será que acabaremos sendo incoerentes: forçaremos a criança a fazer as coisas que nos afetam diretamente (arrumar a bagunça, comer direito etc) e tentaremos compensar deixando que ela faça o que quiser em ambientes que envolvem terceiros. O resultado vai ser em longo prazo: pessoas que não conseguem seguir regras básicas, têm dificuldades de se adaptar a diferentes ambientes e, muitas vezes, são isoladas porque são difíceis de se relacionar.

A vida é cheia de obrigações e devemos ensinar isto aos nossos filhos, não podemos nos sentir culpados pois querermos o melhor para eles.

Estamos vivendo um novo momento em outra época por isto devemos evitar nos compararmos a aos nossos filhos, trazer conceitos do passado como referencia para geração atual pode ser um erro.

Exemplo: Não consigo falar inglês pois tenho trauma.

Hoje os conceitos educacionais e as estrategias modernas de ensino trazem muita segurança ao aluno e na maioria dos casos os medos dos alunos vem de casa , trazidos pelos pais que muitas vezes são nostálgicos , comparando suas experiencias com as de seus filhos.

O que não fazer se o seu filho estuda um outro idioma

  1. Não fique insistindo para ele conversar em inglês com o professor na sua frente. (ele pode ser o melhor aluno da classe, mas vai ficar nervoso e constrangido na frente dos colegas)

  2. Não peça pra ele falar alguma coisa em inglês na frente dos parentes, na festa de aniversário do primo. (ninguém liga que ele sabe falar inglês, só você, mãe)

  3. Não fique pressionando para ele traduzir a música que toca na rádio. (sério, é melhor nem saber o que as músicas de hoje em dia dizem)

  4. Não fique perguntando como é “pão, dinheiro, cabeça, farinha, etc, em inglês. E mais importante que isso,

  5. Não mande um “tu tá indo aprender o que, se não sabe falar inglês? ” quando ele não entender o discurso do Obama na TV. (você tem um filho, não um robô equipado com Google Translate).

leia mais em

fonte: https://maternidadesimples.com.br/o-engano-por-tras-eu-nao-forco-meu-filho-fazer-o-que-ele-nao-quer/

https://dosetrio.wordpress.com/2015/10/09/meu-filho-nao-quer-ir-pro-ingles-e-agora/


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SHAPES - Inglês para crianças

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